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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Valentine's Day, ou o Dia de São Valentim



Há duas datas em que os amantes apaixonados trocam presentes, flores e mimos: o Dia dos Namorados e o Dia de São Valentim.

O tal do Valentim era um bispo da Idade Média, que lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Bom, isso até que faz sentido...

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte.

Enquanto estava preso, muitos jovens mandavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão (não é lindo isso, gente?). Antes de partir para o além, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Daí nasceu o amor romântico e no século XVII os ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valentine's Day.

Na Idade Média dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros (ô gente criativa nessa época!). Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada (lindo isso!).

O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa (para ficar mais baratinho, né?). Estima-se que nos dias de hoje, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano! Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil (tem alguma coisa errada nesta conta, afinal tinha que ser algo em torno de 50%, para ser justo, ou seja, tem namorado não dando presente e tem namorada achando que tem namorado, tô certa?).

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antonio (que raios! Então pq não é no dia 13 de junho?!?), santo português (ah, entendi!) com tradição de casamenteiro, provavelmente devido a suas pregações a respeito da importância da união familiar.

Bom, isso é história, é daí que as datas aparecem e a gente fica mais e mais apaixonados neste dia (que coisa, né?) - filas nos motéis, nos restaurantes, cinemas. Shoppings lotados. Bombonzinhos, flores, presentes para qualquer tamanho de bolso. Mas, fala sério? Tem coisa mais gostosa e romântica do que aproveitar esse dia e fazer uma colherinha com o namorado?

Aproveita e se lança!



Namore muuuito!!!! E, para quem não tem namorado, há uns sites bem bacanas de relacionamento, dá uma googlezada e tudo é possível! Santa Internet!

Beijos e feliz Valentine's Day!!!

Yo.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dia dos Namorados...

Hoje, aos quase 22 anos de um casamento bacana, com crises e alegrias como qualquer outro, mas num momento de grande paixão e confiança, com o fruto do nosso amor, nossa Isabella, morando em Nova York para fazer faculdade, estamos amadurecidos e crescemos como pessoas, em busca de uma felicidade só: a nossa!

Há alguns anos, fomos entrevistados pela Revista Cláudia - Editora Abril - numa matéria sobre concessões na vida a dois. E acho que vale a pena contar aqui o que foi nosso tão atribulado começo de romance, mas que sem dúvida valeu e vale cada dia mais.



"Para viver um grande amor, você precisa...

A felicidade amorosa não tem receita, mas alguns ingredientes são fundamentais para o romance dar certo. Casais revelam como construíram suas relações maduras e profundas

...ser perseverante



Yolanda Franco de Bastos Cirello, relações-públicas e jornalista, demorou nove anos para conquistar definitivamente Fábio Cirello, músico e locutor. Casaram-se em 1989 e têm uma filha de 12 anos.
'Yolanda' - Na primeira noite em que saímos juntos, ele me disse que era separado, tinha uma filhinha de 1 ano e nunca mais se envolveria a sério com alguém. O aviso chegou tarde demais, eu já estava apaixonada. Nessa época, o Fábio era meu professor de português no cursinho, dono de bar, cantor de rock... As mulheres viviam no seu pé. Eu sabia que havia outras no pedaço, e também havia outros! - mas ele nunca mentiu para mim. Ainda assim resolvi insistir na relação, porque cada encontro era o máximo e me sentia amada. Sofria com essa situação, que se prolongava, mas não fazia nenhum tipo de cobrança. Foram quase seis anos nesse rolo e nada de compromisso sério. Até que dei um basta! Porém só conseguimos ficar separados durante 11 dias. No reencontro, chorei, confessei a dor de vê-lo com outras mulheres, declarei que queria casar e não toparia nem sequer morar junto. Penso que me abri na hora certa, porque, a partir daí, o Fábio se entregou completamente. Namoramos a sério três anos e casamos. Fui perseverante por nove anos e valeu a pena: ele é um maridão apaixonado e também um superpai.

'Fábio' - Eu mudei porque não era louco de perder a Yolanda, lindíssima e amada. Mas, para um homem, é difícil recusar o assédio feminino. Minhas atividades profissionais favoreciam os contatos e os anos 80 também - todo mundo namorava todo mundo. Quando conheci a Yolanda, eu já tinha mentido tanto para as mulheres que decidi ser sincero. Nunca a enganei. Se me quisesse, teria que aceitar o pacote completo. Ela não fazia cena de ciúme e eu via nisso um ponto positivo. Além de segura, minha mulher é muito intuitiva - estava convencida de que nós dois ficaríamos juntos, o que me tranqüilizava. Mas, a certa altura, começou a doer e veio a cobrança. Percebi, então, que só amá-la não bastava: era necessário cuidar da nossa relação para que ela sobrevivesse. Precisava fazer uma opção e não tive dúvida: deixei de lado as penas do galinha e escolhi o amor.

por Déborah de Paula Souza | foto Karine Basilio - junho de 2004."